quarta-feira, 13 de março de 2013

Dom Jorge Mario Bergoglio (Papa Francisco I)

Filho de italianos, o argentino Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, passou a maior parte de sua vida pastoral em seu país natal. É formado em farmácia e ensinou literatura, filosofia, psicologia e teologia antes de se tornar arcebispo de Bue...nos Aires em 1998. Tornou-se cardeal em 2001, quando o país vivia o caos na economia.

Com a ação concentrada na promoção social, Bergoglio também se focou nos esforços para restabelecer a reputação de uma Igreja que perdeu muitos fiéis na ditadura.

Na época, os religiosos sofriam críticas por não desafiarem abertamente um regime que matou e torturou milhares de argentinos.

Tornou-se uma voz respeitada, mas que não encontrou muita ressonância nos governos do casal Kirchner. A Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Bergoglio foi duramente criticado por Cristina Kirchner quando disse que crianças adotadas por casais gays eram discriminadas. A presidente comparou os discurso dele aos dos tempos medievais e da inquisição.

Humilde, vive sem ostentação, cozinha as próprias refeições e usa o transporte público. Rumo ao Vaticano, Bergoglio agora vai sofrer a mais radical das mudanças e terá que adaptar seu jeito simples de ser à pompa e formalidade que cercam o chefe da Igreja.
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Habemus Papam

 (Reprodução Internet / CorrielreTV)

Cenas de Roma

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Praça de São Pedro: Enquanto alguns (ao fundo) se protegem do intenso frio e da chuva de Roma, um penitente peregrino — descalço e vestindo um tecido grosseiro, parecido com sacos — reza pelo conclave. Foto: ANSA

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O Papa que sempre renunciou!

Multiplicam-se as mensagens de apoio e afeto ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, após o anúncio de sua renúncia, sobretudo por parte dos jovens. O Papa que foi calorosamente acolhido pela juventude no dia em que foi eleito como novo pontífice é agora mais uma vez aclamado pelo seu exemplo de fidelidade, amor e, principalmente, humildade.


Leia abaixo o emocionante artigo de um jovem de 23 anos sobre esse evento histórico para fé católica:

A verdadeira causa da renúncia do Papa.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Indulgências para as Almas dos fiéis defuntos


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A palavra indulgência vem do latim indulgentia do verbo indulgeo, que quer dizer remissão de um débito. As indulgências concedidas pela Santa Igreja vem ao nosso socorro para remir nossas penas temporais devidas pelos pecados veniais ou pelos pecados mortais confessados.


Ensina-nos o catecismo de São Pio X:

“793. A indulgência é a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência”

Que isto significa?

Quem comete um pecado mortal, ofende infinitamente a Deus, rompendo os laços da vida sobrenatural que nos unem a Ele. Daí o nome pecado mortal.

Tal delito possui uma pena infinita, pois Deus é infinito. Com a confissão, Deus em sua misericórdia perdoa esta culpa. Então, a pena que era infinita é transmutada para uma pena finita – é a satisfação, a penitência que o Padre pede depois da absolvição. Ora, como somos imperfeitos não conseguimos cumprir com diligência esta penitência, portanto sempre estamos devedores diante de Deus. A Igreja concede então uma multidão de ocasiões para lucrarmos indulgências que nos ajudam a remir esta pena temporal.

Continua o Catecismo:

“796. Quem tem o poder de conceder indulgências?

O poder de conceder indulgências pertence ao Papa em toda a Igreja, e ao Bispo, na sua diocese, na medida em que lhe é concedido pelo Papa”.

Foi de Cristo que a Igreja recebeu o poder de conceder indulgências (n. 794), e no atributo de suas funções a Igreja formulou um catálogo destas indulgências.

Atualmente, está em vigor a Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, promulgado pelo Papa Paulo VI através do Enquirídio ou Manual de Indulgências de 1967; cf. Enchiridion Indulgentiarum, Vaticano 1967.

Quanto a indulgência conferida aos fiéis defuntos lê-se o seguinte:


Visita de cemitério. Quem visite, com ânimo religioso, um cemitério e nele ore pelos fiéis defuntos, lucra indulgência em favor das almas do purgatório, indulgência que de 12 a 8 de novembro é plenária, e nos demais dias do ano é parcial.” (cf. O CATÁLOGO DAS INDULGÊNCIAS, D. Estêvão Bettencourt)



Portanto, a indulgência, quando rezamos pelos fiéis defuntos num cemitério, é dirigida às almas dos defuntos, não sendo aplicáveis a nós.